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Lisboa encerra em alta com o BCP alcançando máximos de janeiro de 2018

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Bolsa portuguesa fecha em alta com destaque para o BCP

A bolsa portuguesa teve um bom desempenho no início da semana, enquanto as principais bolsas europeias se dividiram entre ganhos e perdas. O índice PSI subiu 0,69%, atingindo máximos de julho de 2014. No entanto, apenas cinco empresas fecharam em alta, com 10 em queda e uma inalterada – a Semapa.

O destaque do dia foi para o Banco Comercial Português (BCP), que vai entrar no Stoxx600 a partir de 18 de dezembro. O banco liderado por Miguel Maya teve um aumento de 4,42% nas suas ações, atingindo o valor mais alto desde janeiro de 2018.

Outras empresas que impulsionaram o índice foram a Jerónimo Martins e a EDP. A Jerónimo Martins teve um aumento de 3,7% nas suas ações, atingindo o máximo dos últimos três meses, depois da Bernstein ter aumentado o preço-alvo e a recomendação para as suas ações. Já a EDP teve um aumento de 0,82%, fechando a valer 4,435 euros.

Na queda, destaca-se a Greenvolt, que perdeu 2,48% nas suas ações, seguida de perto pela Galp, que teve uma queda de 2,45%. A empresa postal CTT e a construtora Mota-Engil também tiveram perdas superiores a 1%, com a operadora postal caindo 1,25% e a construtora recuando 3,875 euros.

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Por fim, a EDP Renováveis teve uma queda de 0,72%, encerrando a valer 16,595 euros.

Bolsa portuguesa fecha em alta com destaque para o BCP

A bolsa portuguesa teve um bom desempenho no início da semana, enquanto as principais bolsas europeias se dividiram entre ganhos e perdas. O índice PSI subiu 0,69%, atingindo máximos de julho de 2014. No entanto, apenas cinco empresas fecharam em alta, com 10 em queda e uma inalterada – a Semapa.

O destaque do dia foi para o Banco Comercial Português (BCP), que vai entrar no Stoxx600 a partir de 18 de dezembro. O banco liderado por Miguel Maya teve um aumento de 4,42% nas suas ações, atingindo o valor mais alto desde janeiro de 2018.

Outras empresas que impulsionaram o índice foram a Jerónimo Martins e a EDP. A Jerónimo Martins teve um aumento de 3,7% nas suas ações, atingindo o máximo dos últimos três meses, depois da Bernstein ter aumentado o preço-alvo e a recomendação para as suas ações. Já a EDP teve um aumento de 0,82%, fechando a valer 4,435 euros.

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Na queda, destaca-se a Greenvolt, que perdeu 2,48% nas suas ações, seguida de perto pela Galp, que teve uma queda de 2,45%. A empresa postal CTT e a construtora Mota-Engil também tiveram perdas superiores a 1%, com a operadora postal caindo 1,25% e a construtora recuando 3,875 euros.

Por fim, a EDP Renováveis teve uma queda de 0,72%, encerrando a valer 16,595 euros.

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