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Ministro das finanças de Portugal alerta sobre possíveis consequências políticas na execução do PRR

O MINISTRO DAS FINANÇAS DE PORTUGAL ADMITE QUE BLOCO CENTRAL NÃO É UMA BOA SOLUÇÃO

O ainda ministro das Finanças, Fernando Medina, admite que um bloco central possa “parecer uma boa solução a curto prazo”, mas afasta totalmente a ideia por considerar que daria uma notoriedade tal ao Chega – como grande partido da oposição – que resultaria num aumento dos votos no partido de André Ventura.

PS E AD UNIR-SE SERIA BENEFICIAR O CHEGA, AFIRMA FERNANDO MEDINA

Se PS e AD se aliassem, “só ficaria um partido de grande dimensão a fazer oposição, que era o Chega”, disse, em declarações aos jornalistas esta segunda-feira, a partir de Bruxelas, onde participa no Ecofin.

MINISTRO DAS FINANÇAS ALERTA SOBRE POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS NA EXECUÇÃO DO PRR

Sobre o alerta da DBRS para o risco de haver atrasos na execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) de Portugal gerados por uma possível instabilidade política, Medina disse apenas que afirmar que o cenário eleitoral terá “consequências nas nossas finanças públicas” é “um passo que não se deve dar”.

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FERNANDO MEDINA DEFENDE POLÍTICA DE CONTAS CERTAS COMO ESSÊNCIAL PARA PORTUGAL

O ministro defendeu novamente a “política de contas certas”, que disse ser “absolutamente essencial para o país”. “Portugal era o terceiro país com a dívida mais elevada até o ano passado, isso colocava-nos numa posição de risco perante qualquer dificuldade”, apontou, indicando que “neste momento temos rating A das quatro principais agências do mundo” e a “a dívida abaixo de 100%”, o que deixa “o país mais protegido”.

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