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Acordo entre Governo e sindicatos médicos em análise

Acordo entre Governo e sindicatos médicos em análise

Governo e sindicatos médicos reúnem-se para tentar chegar a acordo
Os sindicatos médicos estão dispostos a chegar a acordo, desde que o Governo melhore as propostas apresentadas durante a reunião. A Federação Nacional dos Médicos afirma que o acordo só não acontecerá se o Governo não tiver vontade política para alcançá-lo. Os sindicatos médicos ponderavam assinar uma contraproposta pronta, mas receberam do Governo apenas um princípio de acordo que não aborda as situações necessárias para os médicos no Serviço Nacional de Saúde (SNS). O Governo propõe um processo de redução das horas de serviço e horas feitas nas urgências, mas os sindicatos consideram a proposta inaceitável, já que não aborda a questão dos salários. A redução dos horários foi aceita pelo Governo, mas as circunstâncias concretas, segundo o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), não fazem sentido. O SIM alerta que a situação poderá piorar caso o Governo não tome medidas para melhorar a situação. O SIM enfatiza que é responsabilidade do Governo falar sobre a diminuição da capacidade do SNS, uma vez que está no poder há oito anos. O sindicato defende uma contraproposta que permita a contratação de mais médicos, a redução da carga de trabalho e a melhoria das condições de saúde. As negociações entre o Ministério da Saúde e os sindicatos médicos começaram em 2022, mas a falta de acordo tem levado a greves e declarações de escusa ao trabalho extraordinário, o que tem causado constrangimentos e o encerramento de serviços de urgência em hospitais de todo o país. O diretor executivo do SNS, Fernando Araújo, alerta que, se não houver acordo, novembro poderá ser o pior mês em 44 anos de existência do SNS.

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