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Costa Silva assegura que existem pareceres de Bruxelas que “confirmam” a venda da Efacec

Antonio Costa Silva

O ministro da Economia e do Mar assegurou que há dois documentos da Comissão Europeia que validam o atual processo de venda Efacec.

O ministro da Economia e do Mar confirmou que o atual processo de venda da Efacec foi validado por dois documentos da Comissão Europeia. Ele afirmou que a Direção-Geral da Concorrência possui pareceres que validam todas as ações realizadas pelo Estado.

A injeção de capital na Efacec

Questionado sobre a injeção de mais 160 milhões de euros na Efacec e o impacto nas contas do Orçamento do Estado para 2024, o ministro explicou que essa nova injeção de capital era necessária para manter a empresa funcionando e em conformidade com as regras europeias. Ele ressaltou a importância da empresa para a região Norte do país e mencionou que uma das cartas da Comissão Europeia confirma que essa solução era a mais adequada.

As contas da Efacec

O ministro também explicou que foram feitas análises para avaliar os custos caso a Efacec falisse. Por exemplo, seria necessário gastar 1,7 milhões de euros por mês para pagar os subsídios de desemprego. Essa nova injeção de capital visa evitar essa situação.

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A importância da Efacec

Costa Silva destacou a importância da Efacec como uma grande empresa tecnológica para a economia portuguesa. Ele mencionou vários projetos em que a empresa está envolvida, incluindo a modernização das redes elétricas em França e Espanha. Ele enfatizou que deixar a empresa falir seria desastroso para a economia e, especialmente, para a região Norte do país.

A venda da Efacec à Mutares

O ministro afirmou que o fundo alemão Mutares, comprador da Efacec, se comprometeu a manter a força de trabalho e o centro operacional e de decisões da empresa em Portugal. Ele revelou que propostas foram recebidas para criar uma “Efacec boa” e uma “Efacec má”, mas o governo nunca aceitou o desmembramento da empresa.

A nova injeção de capital

Na semana passada, o ministro da Economia anunciou que o Estado vai injetar mais 160 milhões de euros na Efacec, juntamente com os 15 milhões de euros em capital e 60 milhões de euros em garantias do fundo Mutares. Até agora, o Estado já havia injetado 200 milhões de euros na empresa em suprimentos.

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