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Tribunal condena o Novo Banco a restituir e pagar salários a nove funcionários despedidos

O término do contrato do Novo Banco seria positivo, mas nosso planejamento não parte do pressuposto de que isso ocorra

O Supremo Tribunal de Justiça confirma ilegalidade de despedimento coletivo no Novo Banco

O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a ilegalidade de um despedimento coletivo de 2016 no Novo Banco, forçando a instituição financeira a reintegrar os nove trabalhadores que ainda estão no ativo. Os juízes determinaram também que os nove funcionários têm direito a serem ressarcidos pelo período em que estiveram despedidos, que vai de outubro de 2016 a maio de 2023.

Decisão final do Supremo Tribunal de Justiça condena Novo Banco à reintegração e pagamento de salários

Em 2016, antes da entrada do fundo norte-americano Lone Star, o Novo Banco decidiu realizar um despedimento coletivo que afetou 56 pessoas, sendo que a maioria já atingiu a idade de reforma. Os nove trabalhadores que ainda estão no ativo contestaram a decisão em tribunal e o Supremo Tribunal de Justiça deu-lhes parcialmente razão. A instituição financeira foi condenada a reintegrar os funcionários e a pagar os salários em falta. Os nove trabalhadores já estão reintegrados desde maio deste ano, mas a decisão garante a reposição dos ordenados em atraso.

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Novo Banco irá respeitar decisão do tribunal

O Novo Banco assegura que irá respeitar a decisão do tribunal, afirmando que os montantes da reintegração dos nove colaboradores estão previstos no orçamento e integrados nas contas do banco.

Comissão de Trabalhadores e Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários satisfeitos com decisão do tribunal

A Comissão de Trabalhadores do Novo Banco reage com satisfação à decisão do Supremo Tribunal de Justiça. O coordenador Rui Geraldes afirma estar “muito satisfeito com a decisão” e destaca que o despedimento era ilegal, pois o banco nunca esclareceu os critérios utilizados. O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) também se mostra satisfeito, afirmando que os trabalhadores que impugnaram judicialmente o despedimento finalmente obtiveram a justiça que merecem.

Processo de despedimento coletivo no Novo Banco em 2016

O processo de despedimento coletivo no Novo Banco em 2016 teve como objetivo inicial alcançar 500 pessoas, mas acabou por abranger apenas 56 trabalhadores. Após mais de 400 acordos entre a instituição e os funcionários, vários destes chegaram à idade de reforma durante o processo.

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